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quarta-feira, 14 de abril de 2010

MENINAS LACERDAS !QUE SAUDADE DESTE PAÍS! AI QUE FOME!

Matéria extraída do MSN. Uma carta de lembrança, para as mulheres mais elegantes do Brasil,as Lacerdas, apaixonadas por este País, de beleza  ímpar e de amigos impares também.
Eu, passei por lá o ultimo natal e revellion, aproveitando para visitar as cidades citadas na matéria e muitas mais; encantador, conhecí agora nas ultimas férias, a famosa Riviera Suiça e me encantei com a Suiça francesa!
Tantos encantos são impossíveis de serem descritos em palavras
Meninas,impossivel postar tudo que trouxe de lá;seria preciso muitos blogs!
Fotos dos Artistas Thommen e Lourenço,distribuidas de forma aleatória.






A Suíça costuma ser lembrada por muitos de seus bons clichês, dos chocolates, fondues e relógios-cuco às paisagens de montanhas nevadas e lagos azuis. O pequeno país é mesmo tudo o que se imagina dele. Mas acrescente também cidades que transitam entre a tradição e a modernidade, museus e obras futuristas. É um dos lugares mais belos do mundo ou, no mínimo, o que melhor harmonizou o urbano com o natural. Da janela dos trens, que levam confortavelmente para qualquer lugar, surgem vilarejos com casinhas de madeira entre vales verdejantes e campos que parecem de golfe. Na Suíça, tudo funciona, está limpo ou muito organizado. Como uma espécie de utopia realizada de como o mundo inteiro poderia ser. Ali estão as cidades de melhor qualidade de vida do planeta, como Zurique, Berna e Genebra, onde vive um povo de muitas culturas, das quais a alemã é predominante – as outras são a francesa e a italiana.
Tanta perfeição pode ser explicada, em parte, pela ausência de grandes guerras nos últimos 500 anos, o que liberou os suíços da necessidade de reconstruir o país, deixando-o000s livres para concentrar esforços apenas no aperfeiçoamento do que já existia. A Suíça hoje parece ter resolvido todos seus problemas materiais e assim pode dedicar-se a resolver apenas questões existenciais, como votar pelo casamento gay ou pelo direito a eutanásia.
Trata-se de um país minúsculo, com o tamanho do Estado do Rio de Janeiro, que pode ser percorrido de norte a sul em apenas duas horas de trem. Há diversos roteiros interessantes para o viajante. Um clássico é o que explora a parte alemã do país, passando pela histórica Lucerna e a moderna Zurique, e segue rumo sul, às francesas Lousanne e Montreaux, à beira do Lago Léman, numa região conhecida como Riviera Suíça.
Cultura
Um País de muitos idiomas
O suíço, em geral, é um cidadão poliglota. Se parar para conversar com um policial nas ruas de Zurique, verá que ele fala ao menos três idiomas: o alemão, o francês e o inglês. Cada parte do país tem sua língua corrente. O alemão prevalece entre 63% da população, nas regiões norte, central e leste do país. Lá estão Berna, Lucerna e Zurique. O alemão falado por eles, porém, é bem diferente do praticado na Alemanha, tanto na pronúncia como no vocabulário.
O francês é o idioma corrente em 20% da população concentrada na região oeste, próximo à fronteira com a França, caso de Lausanne, Montreaux e Genebra. O italiano é usado por 6,5% na região sul, cuja principal cidade é Lugano. Por fim, há o dialeto romanche, restrito a um grupo de 20 mil pessoas, ou algo em torno de 1% da população, no cantão de Grisões. Isso sem contar os imigrantes, que compõem quase 20% da população, na maioria indianos e árabes, além de muitos portugueses.
Nas notas de franco, placas de rua ou embalagens dos produtos, tudo vem escrito em pelo menos três idiomas. Para se comunicar bem, basta o inglês.
Gastronomia
Um almoço diferente pode ser feito dentro de um dos barcos que fazem passeios pelo Lago Zurique. A embarcação de nome Panta Rei navega por uma hora e meia enquanto os passageiros degustam os filés de egli, peixe que, segundo os garçons, só existe naquele lago (média de 30 francos o prato; com a passagem e uma bebida, cerca de R$ 54). Em assunto de comida há dois endereços certos na cidade: a chocolateria Sprüngli, a mais famosa da Suíça (Banhoffstrasse, à altura do número 21), que reúne delícias vendidas em caixas que parecem feitas para guardar jóias; e, na esquina em frente, a cervejaria Zeughauskeller, parada obrigatória para provar a comida típica local, que se traduz em wursts (salsichas) de muitos tipos e temperos, como a saborosa augustiner chüblig, feita com mistura de carne de boi e de cerdo.
Lausanne à francesa
Lausanne, às margens do Lago Léman, no sudoeste do país, é uma cidade tão suíça quanto um crepe francês. Fica na região chamada de Riviera Suíça, onde os habitantes fazem biquinho para falar o nome das principais cidades, caso também de Vevey, Villeneuve, Montreux e Genebra (Genéve para eles). Todas combinam o requinte da cultura e da gastronomia francesa com algumas das paisagens mais belas do país. É a terra dos queijos e dos vinhos – excepcionais, mas pouco conhecidos internacionalmente já que a produção suíça não é exportada –, dos castelos milenares – há quase cem deles – e da Organização das Nações Unidas (ONU).
Zurique e Lucerna
Essa é a porta de entrada de qualquer viagem à terra do tenista Roger Federer. Zurique é considerada a capital financeira do país, sede dos principais bancos nacionais. Mas não se engane com os engravatados que circulam pelas ruas: é também a cidade de maior efervescência cultural e dona da vida noturna mais agitada da Suíça. Abriga inclusive a célebre Street Parade, o maior carnaval techno da Europa, que acontece em agosto e reúne quase um milhão de pessoas. No último verão, a agenda local de shows tinha nomes como Erick Clapton, Madonna, Metallica e Chuck Berry, o que não é pouco para uma urbe que não passa dos 400 mil habitantes – e, mesmo assim, é a mais populosa do país.
A cidade fica às margens do Rio Limmat e do Lago Zurique, o qual os moradores desfrutam em mergulhos e passeios de barco. A água transparente e limpíssima do rio reflete não só as fachadas dos casarões medievais ao redor, mas também o título que a Suíça detém como primeiro colocado no ranking dos países ecologicamente responsáveis, formulado pela ONU. Não há uma bituca de cigarro sequer boiando na água.
Quem dá as boas-vindas aos visitantes, ainda na estação central, é um grande e colorido Anjo da Guarda suspenso por cabos, obra da artista plástica francesa Niki de Saint Phalle. Logo na saída, começa a Banhoffstrasse, o coração comercial de Zurique, onde estão lojas de grife e as melhores relojoarias. Ninguém deixa de bater perna por ali, nem que seja só para admirar as vitrines. Os preços oscilam entre o caro e o exorbitante. Assim como ninguém perde uma caminhada pelas ruelas tortuosas do bairro antigo, delimitado pela própria Banhoffstrasse, de um lado do rio, e pela Niederdorfstrasse do outro lado.
Quando a noite cai, o lazer gregário divide-se entre os barzinhos com música ao vivo da Niederdorfstrasse, no bairro antigo, e em Zurich-West, o extinto distrito industrial totalmente reinventado: em antigos galpões de fábricas, hoje funcionam restaurantes transados e algumas das danceterias mais badaladas de Zurique, como a Indochine (Limmatstrasse, 275).
Dois ou três dias é tempo suficiente para conhecer – e até se apaixonar – por Zurique, a menos que a idéia seja conhecer os 50 museus e centenas de galerias de arte. Sorte que o melhor está concentrado em um apenas, o Kuntsmuseum, com obras de Picasso, Van Gogh, Monet, esculturas de Alberto Gia­cometi, além de uma impagável coleção de fotografias dos mestres Cartier-Bresson, Ansel Adams e Minor White
Engelberg e Interlaken
De Lucerna já dá para ver no horizonte o skyline natural dos alpes que abrigam diversas estações de esqui. A Suíça tem quase duas centenas delas espalhadas pela cordilheira. A mais próxima de Lucerna e Zurique, há 3.028 metros de altitude, está localizada no Monte Titlis, com acesso pela bucólica Engelberg (cidade dos anjos, em português). Um teleférico conduz até um bondinho giratório que, por sua vez, deixa os turistas no alto dos Alpes, em meio a uma paisagem difícil de descre­ver. Vale a pena ir até lá, mesmo para quem nunca esquiou na vida. Para quem sabe, há equipamentos de esqui para alugar e pistas de diversos níveis de dificuldade. Para quem não sabe, há bóias para deslizar na neve ladeira abaixo. Na volta, muitos trocam o teleférico por um patinete (trottibiking, segundo os suíços) e descem a montanha por uma estra-dinha sinuosa que reúne uma série de mirantes pelo caminho.
Serviços
Quando ir
No verão europeu, entre junho e agosto, é a alta temporada. Faz calor e a Suíça está colorida e alegre, com muitos turistas bebendo chope e ouvindo jazz nos bares à margem dos rios de Zurique e Lucerna, assim como do lago de Lausanne. A partir do final de novembro, a temperatura começa a cair. Há muita neblina e o sol não dá mais as caras. É o início da temporada de esqui. De março a junho e de setembro a dezembro, é uma boa época para viajar, pois não faz frio e os preços são de baixa temporada.
Onde comer
A comida típica suíça pode ser alemã, francesa ou italiana, depende da parte do país em que se está.
Em Zurique é imperdível provar as wursts (salsichas) da cervejaria e restaurante Zeughauskeller (na Banhoffstrasse, 28a), que fica num casarão do século 16. Na casa, é servido também o clássico zürcher geschnetzeltes, uma espécie de estrogonofe com carne de vitela. O prato mais conhecido da Suíça, porém, é disparado, o fondue – de queijo emmental com pães e batatas. Prove-o no Adler´s (Niederdorfstrasse, 10) ou, em Engelberg, no Alpen Club (Dorfstrasse).
Em Interlaken, se quiser conhecer um pouco do sabor da gastronomia indiana vá ao Welcome India (Rosenstrasse,7). Para sobremesa, além dos chocolates divinos (a Suíça é a maior importadora do cacau orgânico boliviano, considerado o melhor do mundo), há o apfelstrudel, uma torta de maçã típica alemã, a torta de cerejas (as cerejas suíças são ótimas) e, na parte francesa, o cuisses de dame (pernas de moça), uma espécie de massa frita coberta de açúcar.


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