Existem em nossas vidas, coisas superficiais e outras mais profundas, coisas que levaremos para o resto de nossas vidas.
Talvez sejam poucas, quem sabe sejam muitas, depende de cada um, depende da vida que cada um de nós levou. Levaremos lembranças, coisas que sempre serão inesquecíveis para nós, coisas que nos marcarão, que mexerão com a nossa existência em algum instante de nossas vidas...
Provavelmente iremos pela vida afora colecionando essas coisas, colocando em ordem de grandeza cada detalhe que nos foi importante, cada momento que interferiu nos nossos dias,
que deixou marcas, cada instante que foi cravado no nosso peito como uma tatuagem. Marcas, isso... serão marcas...
Umas mais profundas, outras superficiais, porém, com algum significado também. Serão detalhes que guardaremos dentro de nós e que se contarmos para terceiros, talvez não tenha a menor importância, pois só nós saberemos o quanto foi incrível vivê-los.
Poderá ser uma música, talvez uma poesia, uma carta, um e-mail, uma viagem, uma frase quem sabe, que alguém tenha nos dito num momento certo. Poderá ser um raiar de sol, um buquê de flores que se recebeu, um cartão de natal, uma palavra amiga num momento preciso, uma oração, talvez um livro, ou mesmo quem sabe, aquela mudinha de orquídea, aquelas do tipo "boneca" ... ou desejos de sorte em pedacinhos de papel...
Talvez venha a ser um sentimento que foi abandonado, uma decepção, a perda de alguém querido, um certo encontro casual, um desencontro proposital. Quem sabe uma amizade incomparável, um sonho que foi alcançado após muita luta, um que deixou de existir por puro fracasso. Pode ser simplesmente um instante, um olhar, um sorriso, um perfume, um beijo! Para o resto de nossas vidas levaremos pessoas guardadas dentro de nós. "Umas porque nos dedicaram um carinho enorme, outras porque foram o objeto do nosso amor, ainda outras por terem nos magoado profundamente!
Quem sabe haverá algumas que deixarão marcas profundas por terem sido tão rápidas em nossas vidas e terem conseguido ainda assim plantar dentro de nós tanta coisa boa!" Lá na frente é que poderemos realmente saber a qualidade de vida que tivemos, a quantidade de marcas que conseguimos carregar conosco e a riqueza que cada uma delas guardou dentro de si.
Bem lá na frente é que poderemos avaliar do que exatamente foi feita a nossa vida, se de amor ou de rancor, se de alegrias ou tristezas, se de vitórias ou derrotas, se de ilusões ou realidades. Pensem sempre que hoje é só o começo de tudo, que se houver algo errado ainda está em tempo de ser mudado
e que o resto de nossas vidas de certa forma, ainda está em nossas mãos.
www.rivalcir.com.br
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segunda-feira, 28 de junho de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
PLATANDO ÁRVORES!
Mas o que importa, é que hoje, plantamos, (eu, Hannah,Nilo,Vanessa), 79 árvores. Muitas árvores frutiferas e algumas nativas. Ao longo do caminho, encontramos uma linda cobra, vermelha e preta.Espantados, os meninos queriam matá-la, ao que eu reagí. Não!- não matem. Naquele momento, pensei: Meu Deus, para que vivem as cobras? - mas tenho plena certeza, de que elas são importantes na naureza, apesar de ser comparada (segundo a Biblia) com algo horrivel, do que a pobre cobra não tem culpa nenhuma. Afinal, ninguem pediu para nascer cobra, no entanto... - No mesmo momento, o menino que nos ajudava a plantar,
gritou: Não se preocupem, eu não vou matá-la; cobra não pica pessoas boas. De fato, a cobra se moveu apenas para se refujiar dos nossos gritos e se escondeu, debaixo de um frondoso arbusto.
Dia feliz. Plantamos muitas flores, saladas, legumes, e árvores! que era o principal motivo da plantação do dia de hoje.
Agora, é hora de agradecer a Deus, por ter nos livrado dos ultimos dias de dor e por ter eu, regressado ao trabalho que hoje mais me satisfaz: Ver a semente germinar.
gritou: Não se preocupem, eu não vou matá-la; cobra não pica pessoas boas. De fato, a cobra se moveu apenas para se refujiar dos nossos gritos e se escondeu, debaixo de um frondoso arbusto.
Dia feliz. Plantamos muitas flores, saladas, legumes, e árvores! que era o principal motivo da plantação do dia de hoje.
Agora, é hora de agradecer a Deus, por ter nos livrado dos ultimos dias de dor e por ter eu, regressado ao trabalho que hoje mais me satisfaz: Ver a semente germinar.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
MENINAS LACERDAS !QUE SAUDADE DESTE PAÍS! AI QUE FOME!
Matéria extraída do MSN. Uma carta de lembrança, para as mulheres mais elegantes do Brasil,as Lacerdas, apaixonadas por este País, de beleza ímpar e de amigos impares também.
Eu, passei por lá o ultimo natal e revellion, aproveitando para visitar as cidades citadas na matéria e muitas mais; encantador, conhecí agora nas ultimas férias, a famosa Riviera Suiça e me encantei com a Suiça francesa!
Tantos encantos são impossíveis de serem descritos em palavras
Meninas,impossivel postar tudo que trouxe de lá;seria preciso muitos blogs!
Fotos dos Artistas Thommen e Lourenço,distribuidas de forma aleatória.


A Suíça costuma ser lembrada por muitos de seus bons clichês, dos chocolates, fondues e relógios-cuco às paisagens de montanhas nevadas e lagos azuis. O pequeno país é mesmo tudo o que se imagina dele. Mas acrescente também cidades que transitam entre a tradição e a modernidade, museus e obras futuristas. É um dos lugares mais belos do mundo ou, no mínimo, o que melhor harmonizou o urbano com o natural. Da janela dos trens, que levam confortavelmente para qualquer lugar, surgem vilarejos com casinhas de madeira entre vales verdejantes e campos que parecem de golfe. Na Suíça, tudo funciona, está limpo ou muito organizado. Como uma espécie de utopia realizada de como o mundo inteiro poderia ser. Ali estão as cidades de melhor qualidade de vida do planeta, como Zurique, Berna e Genebra, onde vive um povo de muitas culturas, das quais a alemã é predominante – as outras são a francesa e a italiana.
Tanta perfeição pode ser explicada, em parte, pela ausência de grandes guerras nos últimos 500 anos, o que liberou os suíços da necessidade de reconstruir o país, deixando-o000s livres para concentrar esforços apenas no aperfeiçoamento do que já existia. A Suíça hoje parece ter resolvido todos seus problemas materiais e assim pode dedicar-se a resolver apenas questões existenciais, como votar pelo casamento gay ou pelo direito a eutanásia.
Trata-se de um país minúsculo, com o tamanho do Estado do Rio de Janeiro, que pode ser percorrido de norte a sul em apenas duas horas de trem. Há diversos roteiros interessantes para o viajante. Um clássico é o que explora a parte alemã do país, passando pela histórica Lucerna e a moderna Zurique, e segue rumo sul, às francesas Lousanne e Montreaux, à beira do Lago Léman, numa região conhecida como Riviera Suíça.
Cultura
Um País de muitos idiomas
O suíço, em geral, é um cidadão poliglota. Se parar para conversar com um policial nas ruas de Zurique, verá que ele fala ao menos três idiomas: o alemão, o francês e o inglês. Cada parte do país tem sua língua corrente. O alemão prevalece entre 63% da população, nas regiões norte, central e leste do país. Lá estão Berna, Lucerna e Zurique. O alemão falado por eles, porém, é bem diferente do praticado na Alemanha, tanto na pronúncia como no vocabulário.
O francês é o idioma corrente em 20% da população concentrada na região oeste, próximo à fronteira com a França, caso de Lausanne, Montreaux e Genebra. O italiano é usado por 6,5% na região sul, cuja principal cidade é Lugano. Por fim, há o dialeto romanche, restrito a um grupo de 20 mil pessoas, ou algo em torno de 1% da população, no cantão de Grisões. Isso sem contar os imigrantes, que compõem quase 20% da população, na maioria indianos e árabes, além de muitos portugueses.
Nas notas de franco, placas de rua ou embalagens dos produtos, tudo vem escrito em pelo menos três idiomas. Para se comunicar bem, basta o inglês.
Gastronomia
Um almoço diferente pode ser feito dentro de um dos barcos que fazem passeios pelo Lago Zurique. A embarcação de nome Panta Rei navega por uma hora e meia enquanto os passageiros degustam os filés de egli, peixe que, segundo os garçons, só existe naquele lago (média de 30 francos o prato; com a passagem e uma bebida, cerca de R$ 54). Em assunto de comida há dois endereços certos na cidade: a chocolateria Sprüngli, a mais famosa da Suíça (Banhoffstrasse, à altura do número 21), que reúne delícias vendidas em caixas que parecem feitas para guardar jóias; e, na esquina em frente, a cervejaria Zeughauskeller, parada obrigatória para provar a comida típica local, que se traduz em wursts (salsichas) de muitos tipos e temperos, como a saborosa augustiner chüblig, feita com mistura de carne de boi e de cerdo.
Lausanne à francesa
Lausanne, às margens do Lago Léman, no sudoeste do país, é uma cidade tão suíça quanto um crepe francês. Fica na região chamada de Riviera Suíça, onde os habitantes fazem biquinho para falar o nome das principais cidades, caso também de Vevey, Villeneuve, Montreux e Genebra (Genéve para eles). Todas combinam o requinte da cultura e da gastronomia francesa com algumas das paisagens mais belas do país. É a terra dos queijos e dos vinhos – excepcionais, mas pouco conhecidos internacionalmente já que a produção suíça não é exportada –, dos castelos milenares – há quase cem deles – e da Organização das Nações Unidas (ONU).
Zurique e Lucerna
Essa é a porta de entrada de qualquer viagem à terra do tenista Roger Federer. Zurique é considerada a capital financeira do país, sede dos principais bancos nacionais. Mas não se engane com os engravatados que circulam pelas ruas: é também a cidade de maior efervescência cultural e dona da vida noturna mais agitada da Suíça. Abriga inclusive a célebre Street Parade, o maior carnaval techno da Europa, que acontece em agosto e reúne quase um milhão de pessoas. No último verão, a agenda local de shows tinha nomes como Erick Clapton, Madonna, Metallica e Chuck Berry, o que não é pouco para uma urbe que não passa dos 400 mil habitantes – e, mesmo assim, é a mais populosa do país.
A cidade fica às margens do Rio Limmat e do Lago Zurique, o qual os moradores desfrutam em mergulhos e passeios de barco. A água transparente e limpíssima do rio reflete não só as fachadas dos casarões medievais ao redor, mas também o título que a Suíça detém como primeiro colocado no ranking dos países ecologicamente responsáveis, formulado pela ONU. Não há uma bituca de cigarro sequer boiando na água.
Quem dá as boas-vindas aos visitantes, ainda na estação central, é um grande e colorido Anjo da Guarda suspenso por cabos, obra da artista plástica francesa Niki de Saint Phalle. Logo na saída, começa a Banhoffstrasse, o coração comercial de Zurique, onde estão lojas de grife e as melhores relojoarias. Ninguém deixa de bater perna por ali, nem que seja só para admirar as vitrines. Os preços oscilam entre o caro e o exorbitante. Assim como ninguém perde uma caminhada pelas ruelas tortuosas do bairro antigo, delimitado pela própria Banhoffstrasse, de um lado do rio, e pela Niederdorfstrasse do outro lado.
Quando a noite cai, o lazer gregário divide-se entre os barzinhos com música ao vivo da Niederdorfstrasse, no bairro antigo, e em Zurich-West, o extinto distrito industrial totalmente reinventado: em antigos galpões de fábricas, hoje funcionam restaurantes transados e algumas das danceterias mais badaladas de Zurique, como a Indochine (Limmatstrasse, 275).
Dois ou três dias é tempo suficiente para conhecer – e até se apaixonar – por Zurique, a menos que a idéia seja conhecer os 50 museus e centenas de galerias de arte. Sorte que o melhor está concentrado em um apenas, o Kuntsmuseum, com obras de Picasso, Van Gogh, Monet, esculturas de Alberto Giacometi, além de uma impagável coleção de fotografias dos mestres Cartier-Bresson, Ansel Adams e Minor White
Engelberg e Interlaken
De Lucerna já dá para ver no horizonte o skyline natural dos alpes que abrigam diversas estações de esqui. A Suíça tem quase duas centenas delas espalhadas pela cordilheira. A mais próxima de Lucerna e Zurique, há 3.028 metros de altitude, está localizada no Monte Titlis, com acesso pela bucólica Engelberg (cidade dos anjos, em português). Um teleférico conduz até um bondinho giratório que, por sua vez, deixa os turistas no alto dos Alpes, em meio a uma paisagem difícil de descrever. Vale a pena ir até lá, mesmo para quem nunca esquiou na vida. Para quem sabe, há equipamentos de esqui para alugar e pistas de diversos níveis de dificuldade. Para quem não sabe, há bóias para deslizar na neve ladeira abaixo. Na volta, muitos trocam o teleférico por um patinete (trottibiking, segundo os suíços) e descem a montanha por uma estra-dinha sinuosa que reúne uma série de mirantes pelo caminho.
Quando ir
No verão europeu, entre junho e agosto, é a alta temporada. Faz calor e a Suíça está colorida e alegre, com muitos turistas bebendo chope e ouvindo jazz nos bares à margem dos rios de Zurique e Lucerna, assim como do lago de Lausanne. A partir do final de novembro, a temperatura começa a cair. Há muita neblina e o sol não dá mais as caras. É o início da temporada de esqui. De março a junho e de setembro a dezembro, é uma boa época para viajar, pois não faz frio e os preços são de baixa temporada.
Onde comer
A comida típica suíça pode ser alemã, francesa ou italiana, depende da parte do país em que se está.
Em Zurique é imperdível provar as wursts (salsichas) da cervejaria e restaurante Zeughauskeller (na Banhoffstrasse, 28a), que fica num casarão do século 16. Na casa, é servido também o clássico zürcher geschnetzeltes, uma espécie de estrogonofe com carne de vitela. O prato mais conhecido da Suíça, porém, é disparado, o fondue – de queijo emmental com pães e batatas. Prove-o no Adler´s (Niederdorfstrasse, 10) ou, em Engelberg, no Alpen Club (Dorfstrasse).
Em Interlaken, se quiser conhecer um pouco do sabor da gastronomia indiana vá ao Welcome India (Rosenstrasse,7). Para sobremesa, além dos chocolates divinos (a Suíça é a maior importadora do cacau orgânico boliviano, considerado o melhor do mundo), há o apfelstrudel, uma torta de maçã típica alemã, a torta de cerejas (as cerejas suíças são ótimas) e, na parte francesa, o cuisses de dame (pernas de moça), uma espécie de massa frita coberta de açúcar.
Eu, passei por lá o ultimo natal e revellion, aproveitando para visitar as cidades citadas na matéria e muitas mais; encantador, conhecí agora nas ultimas férias, a famosa Riviera Suiça e me encantei com a Suiça francesa!
Tantos encantos são impossíveis de serem descritos em palavras
Meninas,impossivel postar tudo que trouxe de lá;seria preciso muitos blogs!
Fotos dos Artistas Thommen e Lourenço,distribuidas de forma aleatória.


A Suíça costuma ser lembrada por muitos de seus bons clichês, dos chocolates, fondues e relógios-cuco às paisagens de montanhas nevadas e lagos azuis. O pequeno país é mesmo tudo o que se imagina dele. Mas acrescente também cidades que transitam entre a tradição e a modernidade, museus e obras futuristas. É um dos lugares mais belos do mundo ou, no mínimo, o que melhor harmonizou o urbano com o natural. Da janela dos trens, que levam confortavelmente para qualquer lugar, surgem vilarejos com casinhas de madeira entre vales verdejantes e campos que parecem de golfe. Na Suíça, tudo funciona, está limpo ou muito organizado. Como uma espécie de utopia realizada de como o mundo inteiro poderia ser. Ali estão as cidades de melhor qualidade de vida do planeta, como Zurique, Berna e Genebra, onde vive um povo de muitas culturas, das quais a alemã é predominante – as outras são a francesa e a italiana.
Tanta perfeição pode ser explicada, em parte, pela ausência de grandes guerras nos últimos 500 anos, o que liberou os suíços da necessidade de reconstruir o país, deixando-o000s livres para concentrar esforços apenas no aperfeiçoamento do que já existia. A Suíça hoje parece ter resolvido todos seus problemas materiais e assim pode dedicar-se a resolver apenas questões existenciais, como votar pelo casamento gay ou pelo direito a eutanásia.
Trata-se de um país minúsculo, com o tamanho do Estado do Rio de Janeiro, que pode ser percorrido de norte a sul em apenas duas horas de trem. Há diversos roteiros interessantes para o viajante. Um clássico é o que explora a parte alemã do país, passando pela histórica Lucerna e a moderna Zurique, e segue rumo sul, às francesas Lousanne e Montreaux, à beira do Lago Léman, numa região conhecida como Riviera Suíça.
Cultura
Um País de muitos idiomas
O suíço, em geral, é um cidadão poliglota. Se parar para conversar com um policial nas ruas de Zurique, verá que ele fala ao menos três idiomas: o alemão, o francês e o inglês. Cada parte do país tem sua língua corrente. O alemão prevalece entre 63% da população, nas regiões norte, central e leste do país. Lá estão Berna, Lucerna e Zurique. O alemão falado por eles, porém, é bem diferente do praticado na Alemanha, tanto na pronúncia como no vocabulário.
O francês é o idioma corrente em 20% da população concentrada na região oeste, próximo à fronteira com a França, caso de Lausanne, Montreaux e Genebra. O italiano é usado por 6,5% na região sul, cuja principal cidade é Lugano. Por fim, há o dialeto romanche, restrito a um grupo de 20 mil pessoas, ou algo em torno de 1% da população, no cantão de Grisões. Isso sem contar os imigrantes, que compõem quase 20% da população, na maioria indianos e árabes, além de muitos portugueses.
Nas notas de franco, placas de rua ou embalagens dos produtos, tudo vem escrito em pelo menos três idiomas. Para se comunicar bem, basta o inglês.
Gastronomia
Um almoço diferente pode ser feito dentro de um dos barcos que fazem passeios pelo Lago Zurique. A embarcação de nome Panta Rei navega por uma hora e meia enquanto os passageiros degustam os filés de egli, peixe que, segundo os garçons, só existe naquele lago (média de 30 francos o prato; com a passagem e uma bebida, cerca de R$ 54). Em assunto de comida há dois endereços certos na cidade: a chocolateria Sprüngli, a mais famosa da Suíça (Banhoffstrasse, à altura do número 21), que reúne delícias vendidas em caixas que parecem feitas para guardar jóias; e, na esquina em frente, a cervejaria Zeughauskeller, parada obrigatória para provar a comida típica local, que se traduz em wursts (salsichas) de muitos tipos e temperos, como a saborosa augustiner chüblig, feita com mistura de carne de boi e de cerdo.
Lausanne à francesa
Lausanne, às margens do Lago Léman, no sudoeste do país, é uma cidade tão suíça quanto um crepe francês. Fica na região chamada de Riviera Suíça, onde os habitantes fazem biquinho para falar o nome das principais cidades, caso também de Vevey, Villeneuve, Montreux e Genebra (Genéve para eles). Todas combinam o requinte da cultura e da gastronomia francesa com algumas das paisagens mais belas do país. É a terra dos queijos e dos vinhos – excepcionais, mas pouco conhecidos internacionalmente já que a produção suíça não é exportada –, dos castelos milenares – há quase cem deles – e da Organização das Nações Unidas (ONU).
Zurique e Lucerna
Essa é a porta de entrada de qualquer viagem à terra do tenista Roger Federer. Zurique é considerada a capital financeira do país, sede dos principais bancos nacionais. Mas não se engane com os engravatados que circulam pelas ruas: é também a cidade de maior efervescência cultural e dona da vida noturna mais agitada da Suíça. Abriga inclusive a célebre Street Parade, o maior carnaval techno da Europa, que acontece em agosto e reúne quase um milhão de pessoas. No último verão, a agenda local de shows tinha nomes como Erick Clapton, Madonna, Metallica e Chuck Berry, o que não é pouco para uma urbe que não passa dos 400 mil habitantes – e, mesmo assim, é a mais populosa do país.
A cidade fica às margens do Rio Limmat e do Lago Zurique, o qual os moradores desfrutam em mergulhos e passeios de barco. A água transparente e limpíssima do rio reflete não só as fachadas dos casarões medievais ao redor, mas também o título que a Suíça detém como primeiro colocado no ranking dos países ecologicamente responsáveis, formulado pela ONU. Não há uma bituca de cigarro sequer boiando na água.
Quem dá as boas-vindas aos visitantes, ainda na estação central, é um grande e colorido Anjo da Guarda suspenso por cabos, obra da artista plástica francesa Niki de Saint Phalle. Logo na saída, começa a Banhoffstrasse, o coração comercial de Zurique, onde estão lojas de grife e as melhores relojoarias. Ninguém deixa de bater perna por ali, nem que seja só para admirar as vitrines. Os preços oscilam entre o caro e o exorbitante. Assim como ninguém perde uma caminhada pelas ruelas tortuosas do bairro antigo, delimitado pela própria Banhoffstrasse, de um lado do rio, e pela Niederdorfstrasse do outro lado.
Quando a noite cai, o lazer gregário divide-se entre os barzinhos com música ao vivo da Niederdorfstrasse, no bairro antigo, e em Zurich-West, o extinto distrito industrial totalmente reinventado: em antigos galpões de fábricas, hoje funcionam restaurantes transados e algumas das danceterias mais badaladas de Zurique, como a Indochine (Limmatstrasse, 275).
Dois ou três dias é tempo suficiente para conhecer – e até se apaixonar – por Zurique, a menos que a idéia seja conhecer os 50 museus e centenas de galerias de arte. Sorte que o melhor está concentrado em um apenas, o Kuntsmuseum, com obras de Picasso, Van Gogh, Monet, esculturas de Alberto Giacometi, além de uma impagável coleção de fotografias dos mestres Cartier-Bresson, Ansel Adams e Minor White
Engelberg e Interlaken
De Lucerna já dá para ver no horizonte o skyline natural dos alpes que abrigam diversas estações de esqui. A Suíça tem quase duas centenas delas espalhadas pela cordilheira. A mais próxima de Lucerna e Zurique, há 3.028 metros de altitude, está localizada no Monte Titlis, com acesso pela bucólica Engelberg (cidade dos anjos, em português). Um teleférico conduz até um bondinho giratório que, por sua vez, deixa os turistas no alto dos Alpes, em meio a uma paisagem difícil de descrever. Vale a pena ir até lá, mesmo para quem nunca esquiou na vida. Para quem sabe, há equipamentos de esqui para alugar e pistas de diversos níveis de dificuldade. Para quem não sabe, há bóias para deslizar na neve ladeira abaixo. Na volta, muitos trocam o teleférico por um patinete (trottibiking, segundo os suíços) e descem a montanha por uma estra-dinha sinuosa que reúne uma série de mirantes pelo caminho.
Quando ir
No verão europeu, entre junho e agosto, é a alta temporada. Faz calor e a Suíça está colorida e alegre, com muitos turistas bebendo chope e ouvindo jazz nos bares à margem dos rios de Zurique e Lucerna, assim como do lago de Lausanne. A partir do final de novembro, a temperatura começa a cair. Há muita neblina e o sol não dá mais as caras. É o início da temporada de esqui. De março a junho e de setembro a dezembro, é uma boa época para viajar, pois não faz frio e os preços são de baixa temporada.
Onde comer
A comida típica suíça pode ser alemã, francesa ou italiana, depende da parte do país em que se está.
Em Zurique é imperdível provar as wursts (salsichas) da cervejaria e restaurante Zeughauskeller (na Banhoffstrasse, 28a), que fica num casarão do século 16. Na casa, é servido também o clássico zürcher geschnetzeltes, uma espécie de estrogonofe com carne de vitela. O prato mais conhecido da Suíça, porém, é disparado, o fondue – de queijo emmental com pães e batatas. Prove-o no Adler´s (Niederdorfstrasse, 10) ou, em Engelberg, no Alpen Club (Dorfstrasse).
Em Interlaken, se quiser conhecer um pouco do sabor da gastronomia indiana vá ao Welcome India (Rosenstrasse,7). Para sobremesa, além dos chocolates divinos (a Suíça é a maior importadora do cacau orgânico boliviano, considerado o melhor do mundo), há o apfelstrudel, uma torta de maçã típica alemã, a torta de cerejas (as cerejas suíças são ótimas) e, na parte francesa, o cuisses de dame (pernas de moça), uma espécie de massa frita coberta de açúcar.
SENTIMENTOS!
SAUDADE é quando, o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue;
LEMBRANÇA é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo;
ANGÚSTIA é um nó muito apertado bem no meio do sossego;
PREOCUPAÇÃO é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento;
INDECISÃO é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa;
CERTEZA é quando a idéia cansa de procurar e pára;
INTUIÇÃO é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido;
PRESSENTIMENTO é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista;
VERGONHA é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora;
ANSIEDADE é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja;
INTERESSE é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento;
SENTIMENTO é a linguagem que o coração usa quando precisa mandar algum recado;
RAIVA é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes;
TRISTEZA é uma mão gigante que aperta seu coração;
FELICIDADE é um agora que não tem pressa nenhuma;
AMIZADE é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros;
CULPA é quando você cisma que podia ter feito diferente, mas, geralmente, não podia;
LUCIDEZ é um acesso de loucura ao contrário;
RAZÃO é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato;
VONTADE é um desejo que cisma que você é a casa dele;
PAIXÃO é quando apesar da palavra 'perigo' o desejo chega e entra;
AMOR é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
(Mário Prata )
CARTINHA DE HANNAH LACERDA,PARA TODAS AS LACERDAS E PARA OS AMIGOS!
UM GRANDE BEIJO!
LEMBRANÇA é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo;
ANGÚSTIA é um nó muito apertado bem no meio do sossego;
PREOCUPAÇÃO é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento;
INDECISÃO é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa;
CERTEZA é quando a idéia cansa de procurar e pára;
INTUIÇÃO é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido;
PRESSENTIMENTO é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista;
VERGONHA é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora;
ANSIEDADE é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja;
INTERESSE é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento;
SENTIMENTO é a linguagem que o coração usa quando precisa mandar algum recado;
RAIVA é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes;
TRISTEZA é uma mão gigante que aperta seu coração;
FELICIDADE é um agora que não tem pressa nenhuma;
AMIZADE é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros;
CULPA é quando você cisma que podia ter feito diferente, mas, geralmente, não podia;
LUCIDEZ é um acesso de loucura ao contrário;
RAZÃO é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato;
VONTADE é um desejo que cisma que você é a casa dele;
PAIXÃO é quando apesar da palavra 'perigo' o desejo chega e entra;
AMOR é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
(Mário Prata )
CARTINHA DE HANNAH LACERDA,PARA TODAS AS LACERDAS E PARA OS AMIGOS!
UM GRANDE BEIJO!
PARA QUÊ?
Para que desejar os sonhos que morreram
E aquele antigo amor que nunca há de voltar?
Para que desejar as ilusões que foram
Silenciosamente, PARA QUE DESEJAR?
Para que lamentar, amigo, a primavera
De risos e sons que nunca há de retornar?
Para que lamentar os rigores do inverno
E as nevadas da vida... PARA QUE LAMENTAR?
Para que suspirar por amigos que partem
Para longe de nós... e a dor de separar?
Para que suspirar, se os amigos não vêem
A nossa solidão? PARA QUE SUSPIRAR?
Para que pratear os mortos bem amados,
E as vozes, doces vozes, que nunca hão de voltar
À magia do riso e à magia do canto...
Este silêncio eterno... PARA QUE PRANTEAR?
Para um sonho que murcha, mil sonhos reverdecem,
E nas cinzas do amor outro há de reflorir.
As ilusões que vão, elas também retornam
Silenciosamente, como as vimos partir.
A primavera volta e o sol e a claridade,
Seja um dia ou outro dia, hão sempre de brilhar;
A invernia se vai... e os rigores do inverno
A presença do sol não podem perturbar!
Há amigos que partem, e há amigos que ficam,
Cheios de amor profundo e de consolação;
Vivem perto de nós, mister os descubramos,
Para encher-se de sons a nossa solidão.
E, para que chorar os entes que morreram,
Se em nosso coração eles podem morar,
Se a saudade bem quer repertir suas vozes,
E eles podem viver dentro do nosso olhar?
E paira, além de tudo, esta grande certeza:
O meu Pai tudo vê, o meu Pai sabe amar...
Se o Pai cuida de nós e o seu amor é eterno
E a nossa vida breve... PARA QUE CHORAR?
Daria Gláucia Vaz de Andrade
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